Tarefa 6 – Avaliar é saber dar valor

1. Eu no Jogo

Desde a análise pessoal, os meus objectivos de vida, ideais, sonhos, perspectivas, até um resumir do que estou a fazer, que depois é ligado a tarefas do jogo (como o projecto que estou a trabalhar “Objectivos do Milénio das Nações Unidas” e a tarefa 2).
Foi bastante positivo ter estruturado as minhas ideias, relatar tudo no Blog do Caminho do Guerreiro.
Julgo que negativo foi a gestão de tempo, pois foi difícil cumprir tudo dentro do pouco tempo que tinha.
Seria talvez isso que mudaria no meu percurso e na minha atitude durante o jogo, para poder estar mais relaxada no meu dia-a-dia.

2. O jogo em mim

Julgo que apenas por ter participado no jogo fiquei ainda mais motivada! Devido a ter estruturado ideias consegui inspirar-me a mim própria para continuar a fazer projectos destes, e repeti-los, repeti-los, repeti-los!
O jogo foi um “organizador” das minhas ideias e projectos. Foi um “motivador” pois fez reconhecer em mim um grande potencial. Foi “inspirador” pois fez conhecer nos outros todos os seus grandes potenciais!
Positivo: gerou em mim vontade de fazer mais, lutar, comunicar mais, partilhar, colaborar, criar, inovar mais.
Difícil: cheguei a vir no metro a caminho de casa fazendo brainstorming individual no meu bloco de notas onde anotei as 6 tarefas do Caminho do Guerreiro. Depois desses mapas mentais, estruturava tudo para vos enviar. Julgo que teria sido ainda mais motivador se tivesse recebido mais comentários nos posts por parte da equipa ou outros participantes.

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Tarefa 5 – 4, 3, 2, 1… Acção!

Para a tarefa 5 realizei um vídeo que ilustra o meu projecto, e que me inspira para realizar novos projectos como esse!!! O projecto que me comprometi e realizei com a ajuda de uma equipa fantástica é visível agora nos resultados. Criámos um grupo de contactos chamado “Balloon” na plataforma Linked In, e continuamos a partilhar ideias, comentários, sugestões de eventos.

Eu e a equipa e reuni acreditamos na partilha do conhecimento livre e desinteressada de competição. Acreditamos na transformação da comunidade, da sociedade e do mundo através da educação e boa comunicação. Em vez de ficarmos de gravata e sentados a ouvir alguém falar, fomos todos de jeans e todos trabalhámos ao mesmo nível, sem hierarquias! Equipas multi-disciplinares, multi-culturais, 100% motivadas para trabalhar e fazerem algo de novo! Foi criado e partilhado um espírito empreendedor dentro de um grupo de moderadores, oradores e participantes. Este é um projecto que vamos querer continuar através de uma série de eventos como este! Já estamos planeando o próximo! 🙂

É lindo acreditar nos nossos sonhos!

Aqui seguem alguns dos pensamentos e estrutura que tive a organizar este projecto:

1. Contexto (Quem, Onde, Quando e Tempo)
Qual é a forma a baixo custo e baixo investimento para experimentar esta solução?
> Fazer um evento auto-sustentável

O que posso fazer em 2 dias para os participantes, moderadores e todos os envolvidos tirarem o máximo da iniciativa/projecto/evento?
> Oferecer um programa variado e fazer apenas actividades que todos concordem para garantir máxima motivação de toda a equipa

2. Recursos
Que recursos (pessoas, fundos, permissões) necessito para experimentar esta solução?
> Espaços da Universidade (salas, auditório); almoços, jantares e cofee breaks; happy hour; música; materiais para os workshops; ofertas/brindes.

3. Questões a analisar
Que perguntas-chave tenho sobre o conceito e os desejos do público?
> São estudantes ou jovens profissionais empreendedores e com vontade de gerirem os seus póprios projectos? São criativos? Estão interessados em criatividade? Querem agir nessa direcção?
Criar+Agir+Acção=creACTividade

4. Como medir o sucesso
Como saberei se a minha solução teve sucesso? Sucesso para quem?
> 1. Recolha de feedback e lições aprendidas junto de todos os participantes e moderadores (distribuição de fichas de avaliação); 2. Análise dos resultados (através de gráficos); 3. Reunião final.

Aqui segue o vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=YI3EHe_9YyQ

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Tarefa 4 – A minha equipa!

É com muita alegria que partilho agora a minha própria história! De como eu fui pró-activa e empreendedora, e acrediando em mim, começei a organizar este evento sózinha levando minha ideia para a frente!

Quis fazer um evento sobre Criatividade para Gestão de Projectos para trazer aos jovens portugueses uma forma fresca para acreditarem em si próprios, na sua capacidade para serem empreendedores e trabalharem em seus projectos.
Quero mostrar-vos como tudo aconteceu neste “Caminho do Guerreiro”!

Podem encontrar uma apresentação para esta tarefa 4 que preparei para vocês!
Por favor façam download:
Tarefa 4_A Minha Equipa

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Tarefa 3 – A minha comunidade

§ Grandes ideias nascem de pequenas causas! | Criação de redes

As minhas ideias visam contribuir para uma Lisboa melhor, com redes nacionais e internacionais melhores, com redes de trabalho multi-disciplinares, com uma aposta na educação e comunicação como formas de mudança na sociedade.
Uma amiga disse-me que gostava de levar o seu projecto para a frente mas não sabia como.
Se eu juntar as pessoas que têm as ferramentas, técnicas e conhecimentos para gerir um projecto, encorajar esta interacção entre grupos será o início de vários percursos profissionais.

Quero seguir com um desafio, uma solução que seja:

  • Limitada o suficiente para ser implementada em 2 ou 3 dias
  • Focada nas necessidades e expectativas dos participantes
  • Abrangente o suficiente para descobrir quais são os desejos dos participantes


§ Mapa mental (DOWNLOAD PDF):

101005 GSA _ Tarefa 3. a minha comunidade v01 gc


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Tarefa 2 – Meu Lixo | Meu excesso | Meu consumo

Oi!

Essa semana estou em Lisboa, Portugal, e optei por fazer a minha tarefa 2 na sua totalidade focada na minha vida em Portugal. Considero que estar a viver em Londres não mudou os meus hábitos de reciclagem, reutilização de materiais e pensamento no bem do outro, de dar algo que não preciso aos que me rodeiam. Tive esta semana alguns consumos fora do normal, pois estou a organizar o evento Criatividade em Gestão de Projectos – como incorporar criatividade em práticas de negócio sustentáveis.

O MEU LIXO
“Pequenas atitudes individuais podem gerar um impacto colectivo”

§ A colecta de lixo: em casa já há muitos anos que me habituei a fazer colecta selectiva do lixo. Foi também interessante aprender como de país para país a separação do lixo é feita de formas diferentes, como em Portugal não tem oficialmente a colecta de lixo bio-degradável separado de “outros”, e na Alemanha e Inglaterra tem. Nas embalagens, em Portugal todas as embalagens (plástico em saco ou plástico em tetra pak vai junto), enquanto que em Inglaterra já não, apenas reciclam as embalagens de plástico duro.

§ O que eu deitei fora durante esta semana: restos de comida (resíduos bio-degradáveis), cascas de fruta e vegetais.

§ O que eu deitei fora mas foi reciclado durante esta semana foi: papel, caixas de cereais, cartão, cartão do papel de cozinha/papel higiénico, embalagens de plástico (queijo, fiambre), embalagens de alumínio (feijão, polpa de tomate, grão), tetra pak (sumos, leite), sacos de plástico sujos ou rasgados (aqui não quis usar a palavra “inutilizáveis”, porque realmente… quase não existe “lixo” inutilizável!), vidro (garrafas, frascos, compotas).

Uma ideia em reutilização de lixo de um amigo meu, que adoptei e deve ser divulgada: carteirinha tetra pak!

MEU EXCESSO
“O meu lixo é o luxo para o outro. Por menos que eu tenha, provavelmente existe alguém que tem menos ainda”

Coisas que não uso mais são essencialmente roupas velhas. Tenho uma amiga que abriu agora uma galeria! É uma história bem engraçada! Resumidamente ela ganhou de presente um espaço entre uma pastelaria que fabrica milhares de pastéis de nata por dia (Os “Pastéis de Belém”), e um restaurante que está aberto há já muitos anos. É uma zona onde passam muitas pessoas diariamente, e é motivador ver o espaço a ser desenvolvido. Ela e os amigos artistas plásticos estavam sem dinheiro ou sem emprego, e esse lugar caiu do céu. O lugar foi cedido e todo um grupo de artistas formaram agora uma República de jovens criadores. Estão focados na arte de Lisboa, a arte de Portugal, os padrões e as poesias, os galos de Barcelos e os fados de Alfama, o Santo António, as pedras da calçada a fazer desenhos de mar e sereias, os pastéis de nata, as caravelas e as barcas que navegam em águas desenhadas em diferentes materiais. É uma boa galeria, e agora os artistas reunem-se para lá trabalharem. A galeria é também assim, o atelier. E toda a gente começou a contribuir! Dão tecidos, restos de carpete, brinquedos velhos, bijuteria, roupa, sapatos, gaiolas, sacos, e tanta coisa mais. A palavra imperativa é a “criatividade”!
A criatividade traz aqui um elemento motivador para todos os artistas que não tinham trabalho ou algo que os motivasse a trabalharem ou terem sequer a inspiração para o fazerem. Agora podem! Pois o espaço está lá! E está lá para eles, e é gerido e desenhado por eles próprios!
É esse o meu lugar eleito para doar o meu “lixo”, que gosto de ver com meus próprios olhos a tomar forma noutros objectos, como malinhas feitas com lata de cerveja, caravelas feitas com latas de coca cola, bijuteria feita com um monte de coisas diferentes, quadros e malas feitos com todos os restos de tecidos, carpetes e tapetes feitos de retalhos a fazerem puzzles para as pessoas decorarem pela casa fora… enfim, uma variedade que não pára de crescer com a imaginação e criatividade de todos os artistas plásticos que estão a contribuir para a galeria!

§ Eu dei para a minha amiga roupas e tecidos velhos. Eu sei que irão ser criados objectos fenomenais!

MEU CONSUMO
“Tudo o que você consome tem um impacto no mundo”

Padrão de consumo (registo: “o quê?”): lenços de papel, fruta, vegetais, cereis, chocolate, pão, tostas, energia eléctica, água, gás, telemóvel, livros, impressões de trabalho, material de escritório como: papel, canetas, post its, bolsas, etc.

Balanço: o que posso eu economizar (registo: “como?”)? posso utilizar lenços de pano; plantar as minhas próprias àrvores de fruto – na casa em Portugal já tenho macieira, tangerineira, laranjeira, figueira, tomate; não deixar aquecimentos ligados de uma forma contínua, mas sim ligar e desligar. Posso desligar a água que fica a correr enquanto tomo duche – esta questão é uma das muitas questões julgadas fáceis de implememtar, só as pessoas não estão muito habituadas a terem de pensar nisso – consciência? socialização, criatividade, empreendedorismo?

Uma boa forma de economizar embalagens: fazer as carteirinhas porta moedas, fazer vasos para plantas, fazer recipientes para toda uma variedade de coisas.

Os livros posso deixar de comprar e requisitar nas bibliotecas que tenho acesso, ou pedir emprestado aos meus amigos e colegas de trabalho – já estou fazendo isso há muitos anos! Posso também ler no computador o meu material de trabalho em vez de imprimir – apesar de ser bem mais cansativo para os olhos…

§Quanto consegui economizar (registo: “quanto?”)?
50% em comida e energia – esta semana fiquei em Portugal e foi óptimo poder ir às minhas àrvores no quintal quando queria comer fruta! 🙂
30% em impressões e material de escitório, pois essa semana organizei o meu evento de Criatividade em Gestão de Projectos em Lisboa, e os participantes precisavam de algum material para leitura e fazer exercicios para levar para casa. Poupei sempre que pude, como nas apresentações em powerpoint e alguns materiais que enviarei por email aos participantes do evento em vez de imprimir.

INSPIRING VIDEOS
E aqui seguem 3 vídeos inspiradores de como a criatividade pode ajudar a nossa visão sobre as coisas que vemos como “lixo” e “inutilizáveis”, e como podemos libertarmo-nos para fazermos as coisas que à partida as pessoas podem pensar “que loucura!”, “nunca vai conseguir!” (que arruinam com a criatividade dos indivíduos), e não termos medo de ir atrás da nossa ideia, transformar um objecto noutro com uma função completamente diferente, supreender os outros e mostrar que é possível! Ser capaz de mudar um sistema para dar importância a coisas que a maioria das pessoas não dá.

Adora Svitak: What adults can learn from kids:
http://www.ted.com/talks/lang/eng/adora_svitak.html

Amy Tan on creativity:
http://www.ted.com/talks/lang/eng/amy_tan_on_creativity.html

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Tarefa 1 – Quem estou? | Meu propósito | Minha acção | Meu compromisso

QUEM ESTOU

§  Como se sente?
Sinto-me bem e às vezes sinto uma inquietação positiva. Neste momento estou em mais uma fase de aprendizagem da minha vida: viver num país diferente de novo, começar uma vida durante um espaço de tempo sem família e amigos, numa grande capital do mundo: Londres. A multi-culturalidade é o factor que me motiva mais, e é com as relações com as pessoas que me vejo a evoluir. Estou em constante introspecção e socialização, tenho pensamentos sempre a correr na minha cabeça, e toda a minha curiosidade cruza-se com a motivação de fazer um bom trabalho no projecto em que estou envolvida.

§  Você tem dúvidas profissionais? Quais são?
Sim, sim, sim. Tenho sempre dúvidas profissionais. Estudei Design de Comunicação e a maior parte das pessoas me pergunta “O que é isso ao certo?”. Eu lá explico que é um Design gráfico mais abrangente, que penso em todo o processo de comunicação de algo. Mas depois de acabar a licenciatura faltou uma coisa: “Glória, como vais fazer um plano financeiro?”. Gestão de projectos, Planeamento, eventos, workshops. Sei que estou a ir numa óptima direcção mas todos os dias tento construir um pouco mais do caminho que me vai levar lá. Aonde não sei ao certo (mas já tenho algumas pistas!), mas tenho a certeza que quando lá chegar vou ser feliz, e vou continuar com dúvidas, tal como agora.


§  Quais são os seus sonhos?

Os meus sonhos para o futuro: quero viver com sorrisos à minha volta! Quero trabalhar em projectos que ame para não ver o trabalho como a coisa negativa que tanta gente vê. Quero ter a minha empresa de comunicação, e quero resolver problemas e oferecer sorrisos às pessoas que colaboram comigo. Quero ser mãe. Sonho sempre poder ter acesso aos meus direitos de ser humano, nunca perder minha liberdade, e ter a saúde que me permita ajudar os que deixaram (ou foram forçados a deixar) o seu sonho morrer. Sonho que todos temos direito a termos os nossos sonhos! Os sonhos são para serem perseguidos e tornados reais. Quando somos crianças não temos medo de sonhar e imaginar as coisas mais criativas e inovadoras – coisas essas que na maior parte do tempo aos adultos parecem ompletos absurdos… Agora que já somos adultos, é cuidar para não nos acontecer o mesmo. O meu sonho é termos um mundo melhor, onde as mães, pais, suas crianças e a natureza sorriem, têm comida na mesa, e onde as doenças não se propagam descontroladamente.

§  Quais são os seus desafios?
Quero desenhar e implementar projectos onde o design e a comunicação vão ser agentes e ferramentas para se atingir os objectivos.  A aplicação destes vai levar a uma solução prática.

Quero estudar mais para poder compreender melhor mais áreas de conhecimento que são diferentes da minha. Gosto de me desafiar a falar em várias línguas. Não tenho receio de trabalhar num país em que não fale a minha língua mãe, e este é aliás um desafio a que me tenho proposto nesta etapa da minha vida.

Quero desenvolver-me mais na área humanitária e menos na técnica. Sinto que posso ir mais além se no futuro me desafiar a trabalhar e/ou estudar em áreas que ainda não sou especializada. Quero conseguir combinar toda a parte mais técnica que tenho do design, com o enorme sentido para a vida que tenho em ajudar o outro, com a experiência que tenho na àrea do design social, e combinando diferentes campos de conhecimento, oferecer serviços que sejam abrangentes e possam ajudar indivíduos e grupos a serem melhores e mais felizes.


MEU PROPÓSITO

§  Porque quer participar do GSA 2011?
Quero participar no GSA 2011 porque sei que o programa me irá fornecer conhecimento em diversas áreas de conhecimento, e ofereçer uma experiência inesquecível ao combinar vários aspectos: estar envolvida num projecto muito interesante para mim e para a equipa com quem vou estar a trabalhar; estar inserida num meio diferente do meu, onde a nova cultura vai ser mais uma vez uma motivante aprendizagem diária; irei aprender e acima de tudo partilhar conhecimento com pessoas vindas de todas as partes do mundo; irei, em conjunto com uma comunidade, desenhar, projectar, planear, implemetar, reflectir e divulgar algo que é inovador e criativo, e mais uma vez, que traz sorrisos ao meu redor – um dos meus sonhos.
Sei que iria aprender muito no GSA, e ensinar também o máximo que conseguir!

MINHA AÇÃO

§  Você já fez algo que demonstra que você já é um Guerreiros Sem Armas? Conte para nós!
Sim! Exemplo recente: Julho 2010, Othona Community em Essex, Reuno Unido. Participei e liderei vários campos de trabalho e coordenei actividades com diversos grupos de várias nacionalidades.
No campo de trabalho contribuimos na construcção de um edifício que vai funcionar a energia solar. Pelos valores de sustentabilidade e pela comunidade em si, todos pusemos “mãos à obra” e era motivante ver de dia para dia, o avançar de uma parede, de um tecto, de um chão, de um jardim, de um telhado com um barco lá em cima para plantar flores…
Depois do trabalho, vinha o estudo e o lazer. Organizámos diversos jogos e actividades, tivemos um “Bad Taste Model Show” e um “Talent Show”, onde todos participavam para o grupo geral com alguma performance; tivemos jogos educativos que criei dentro do meu projecto “Criar consciência para os Objectivos do Milénio das Nações Unidas”, e que apliquei com os participantes internacionais.
Foi uma experiência realmente muito forte, intensa, que ajudou uma comunidade e que criou laços de amizade que são sem fronteiras!

Existe um vídeo (7.37 min) que mostra toda esta vida na comunidade:
http://www.youtube.com/watch?v=RGyXohwmbIo&feature=player_embedded

MEU COMPROMISSO

§  Quais são seus planos? O que você quer fazer quando voltar do programa?

Quando voltar do GSA quero ir para a frente com o meu projecto! Este é um projecto que está meio em cabeça meio em papel.
Quero organizar um “Campo de Inovação” em Design Social, onde grupos de designers são desafiados com problemas reais e têm de fazer sessões de brainstorming que levarão a uma solução que vem a ser implementada ainda durante o “Campo de Inovação”.
Desejo estudar Acções Humanitárias que me levem a ter uma visão abrangente do que se passa no mundo ao nosso redor. Quero contribuir e ficar envolvida em projectos relacionados com os Objectivos do Milénio até 2015, bem como depois!
Quero ir trabalhar para Berlim e ter meus projectos a correr também em Portugal. Desejo continuar a organizar e moderar workshops, porque acredito na educação (focada na troca de conhecimento) como a melhor forma de produzir mudanças sociais.

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¿Quem é Glória Costa?

Glória é uma Designer de Comunicação Portuguesa que estudou na Faculdade de Belas Artes de Lisboa. Considera-se uma designer social, gestora de eventos e workshops, fotógrafa e trabalha com edição de vídeo. Nesse momento está em Londres, Reino Unido.

Ela está envolvida em projectos internacionais de sustentabilidade, criatividade, design e empreendorismo social. Desenvolve workshops com a Young Crew (http://www.apogep.pt/pt/young-crew), uma associação de jovens gestores de projectos que promovem a actividade através do desenvolvimento de eventos internacionais. Nesse momento é voluntária e Gestora do Projecto creACTivity workshop em Lisboa – incorporando criatividade em práticas de negócio sustentáveis: http://www.youngcrew.de/web/creactivity_lisbon_2010_1283532460

Durante o ano de 2009 estagiou em Berlim com a Systemic Excellence group, uma empresa de consultoria especializada em “Change Management” e “Systemic Thiking”. Foi voluntária no Social Design Site (www.SocialDesignSite.com), uma rede de projectos que cria consiência e um discurso em design social, onde tomou contacto com uma série de projectos a um nível internacional e criou ferramentas de comunicação para divulgar o projecto. Juntou-se posteriormente à equipa fazendo gestão de projectos e eventos, e desenvolvendo workshops.

Adicionalmente Glória é voluntária para uma série de projectos sociais. É membro activo da Young Crew Portugal, participando como designer e moderadora de workshops, e faz parte da equipa de Coaching for Development (www.coaching4development.org), um projecto sem fins lucrativos apoiado pela International Project Management Association (IPMA), a mais antiga associação de gestores de projecto, com uma rede de 50 associações nacionais nas Américas, Europa, Ásia, África e Austrália.

Antes da vinda para Londres Glória colaborou como designer gráfica promovendo o diálogo entre várias culturas, etnicidades e religiões no Alto Comissariado para a Imigração e Diálogo Intercultural em Lisboa – ACIDI.

Glória está agora a fazer um serviço de voluntariado, trabalhando no projecto “Criar consciência para os Objectivos do Milénio das Nações Unidas” com a ONG VAP – Volunteer Action for Peace.

Glória tem um forte interesse e uma genuína vontade de experienciar e contribuir directamente para projectos de carácter humanitário e de design social, apostando na educação, criatividade e comunicação como formas supremas de melhorar a sociedade e produzir mudança. Acredita que depois desta experiência vai continuar a acreditar na melhoria desse mundo e continuar a agir nessa direcção.

Com a natural vontade e apetência do ser humano para ser melhor e melhorar o que o rodeia, acredito que agindo localmente e pensando globalmente conseguimos-nos unir para construir um novo mundo!

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